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Showing 1 - 20 of 129 items

O tigre

By Joël Dicker. 2020

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General fiction, Serious and literary fiction
Synthetic audio

O primeiro thriller do autor multipremiado d'O enigma do quarto 622 e A verdade sobre o caso Harry Quebert, os…

livros que viciaram mais de nove milhões de leitores em todo o mundo. Joël Dicker em estado puro, numa belíssima edição ilustrada. Estamos em 1903, na longínqua Sibéria. Uma aldeia é atacada por um tigre colossal, e o governador oferece uma recompensa a quem seja capaz de debelar a fera. Iván Levovitch, jovem e inexperiente, aceita um desafio que se revela aterrorizante, já que, a partir de certo ponto, deixamos de saber quem é o caçador e quem é a presa. O tigre é o primeiro livro de Joël Dicker, escrito aos dezanove anos e enviado para um concurso literário. O júri viria a confessar que não chegou a considerar o manuscrito, por duvidar de que alguém tão jovem pudesse ser o autor daquele texto. Dicker revela aqui uma capacidade impressionante de agarrar o leitor, criando uma narrativa poderosa, encarnada por personagens difíceis de esquecer. Devedor dos clássicos russos e ingleses, O tigre aborda já os grandes temas que marcam a escrita do autor: os dilemas existenciais, a violência, a possibilidade de redenção. Oito anos depois desta estreia, Joël Dicker venceu o Grande Prémio da Academia Francesa e o Prémio Goncourt des Lycéens com A verdade sobre o caso Harry Quebert, que se transformou num colosso literário e o catapultou para o pódio dos escritores mais lidos da actualidade. Edição ilustrada por David de las Heras Os elogios da crítica: «Em O tigre já é possível apreciar verdadeiramente aquilo em que este escritor se vai tornar […]. Um relato fundamental […], revelando uma extraordinária capacidade de agarrar o leitor desde a primeira página, construindo uma tensão narrativa cativante até ao fim, numa história carregada de coragem, ambição e orgulho. […] Belissimamente ilustrado por David de las Heras, cujos desenhos constituem um relato paralelo, casando na perfeição com o texto de Dicker […]. Uma história intrigante, que vicia quer pelas palavras quer pelas imagens.»Pablo Delgado, Farenheit 451 (Blogs ABC) «Um relato magnífico […], muito valorizado por uma edição primorosa. […] Uma pequena jóia de um escritor extraordinário.»Ana Granger, PaperBlog «Uma história tão poderosa como o felino que lhe dá título e como a própria vida, numa edição brilhantemente ilustrada por David de las Heras. Altamente recomendável.»Kutxa Ródenas, La Opinión de Múrcia «Quem deseje iniciar-se na leitura da obra de Joël Dicker pode, sem dúvida, começar por este seu primeiro livro, magnificamente ilustrado por David de las Heras. Diante dos olhos do leitor é desfiada uma história que o manterá alerta até à última página, aguardando a cada momento o esperado encontro entre caçador e tigre.»Blogue Un lector indiscreto «A história flui com naturalidade, o estilo é polido e depurado, o tom é épico e lendário… Uma maravilha de história, que desde logo estava a anunciar o nascimento de um escritor destinado ao sucesso.»Antonio F. Rodríguez, La antigua Biblos

Sinopse de amor e guerra

By Afonso Cruz. 2021

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Serious and literary fiction
Synthetic audio

Um romance que questiona os limites do que podemos e devemos fazer por amor. De um dos mais elogiados escritores…

portugueses contemporâneos. «Enquanto a guerra é uma tragédia, a maior de todas, o amor é uma felicidade, a maior de todas, mas há algo em comum: quando se ausentam, qualquer um deles, deixam uma ferida eterna na proporção da perda que proporcionam.» Theobald Thomas e Bluma Janek estão fadados a ficar juntos desde que vêm ao mundo. Os livros são o seu ponto de encontro. Mas a Berlim do pós-guerra, uma cidade enlutada e dividida, haverá de contrariar o que o destino parecia ter escrito. Numa noite de Agosto, sem aviso, o chão de Berlim é rasgado pelos alicerces de um muro - o mais famoso da História - e a promessa do primeiro beijo fica adiada. O novo romance de Afonso Cruz parte de uma trama real em que o amor e a guerra se entrelaçam para questionar certoslimites, encontrando no fado individual de dois amantes o reflexo de algo universal: o que seríamos capazes de fazer por paixão, que barreiras ultrapassaríamos? Pode o amor saltar muros sem que alguém se magoe? Os elogios da crítica: «Afonso Cruz alcançará um lugar muito destacado nas letras portuguesas.»El País (Espanha) «Em A boneca de Kokoschka, o escritor português Afonso Cruz, vencedor do Prémio da União Europeia para a Literatura, escreveu um romance por excelência, que está destinado a tornar-se um clássico de esplendor quase bizantino. (…) Cruz constrói uma narrativa labiríntica - ao melhor nível de Gabriel García Márquez - e convence-nos de que "nada é mais profético do que a literatura".»Catherine Taylor, The Irish Times «Muito mais do que uma leitura recomendável; estamos perante um dos grandes livros da temporada, cheio de engenho e imaginação. Jesus Cristo bebia cerveja é uma lição de literatura.»Revista Quimera (Espanha) «Jesus Cristo bebia cerveja é um romance transgénero; uma tragédia rural, rude e desesperada, uma história bucólica - a que não falta um pastor rústico e uma jovem que se banha nua no rio -, uma fábula política e ainda uma farsa. Joga em todos estes registos romanescos e desafia todas as convenções.»Éric Chevillard, Le Monde (França) «Jesus Cristo bebia cerveja é um romance colorido e extraordinariamente inteligente. Cruz usa uma linguagem multiforme, ousada, irónica, afiada. E densa.»Giovanni Dozzini, Europa (Itália) «Um verdadeiro escritor, tão original quanto profundo, cujos livros maravilham o leitor, forçando-o a desencaminhar-se das certezas correntes e a abrir-se a novas realidades.»Miguel Real, Jornal de Letras «Afonso Cruz pertence a uma rara casta de ficcionistas: os que acreditam genuinamente no poder da efabulação literária. Em Para onde vão os guarda-chuvas o escritor está no auge das suas capacidades narrativas e serve-se delas para criar um Oriente inventado, onde as histórias brotam debaixo das pedras e se entrelaçam com extraordinária coesão.»José Mário Silva, Expresso «Para onde vão os guarda-chuvas é o ponto mais alto da capacidade narrativa e de efabulação de Afonso Cruz. (…) O que poderia não passar de um exercício de demonstração de sabedoria é um livro cheio de humanidade, muitas vezes brutal, e de um apurado sentido estético. Magnético.»Isabel Lucas, Público

Tomás Nevinson

By Javier Marías. 2021

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General fiction, Serious and literary fiction
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Depois do aclamado Berta Isla, chega Tomás Nevinson. Uma intriga envolvente, ambientada num universo de espiões, segredos e dilemas morais.…

«Eu fui educado à antiga, e nunca achei que um dia me ordenassem que matasse uma mulher. Nas mulheres não se toca…» Dois homens - um deles na ficção, o outro na vida real - tiveram oportunidade de assassinar Hitler antes que ele desencadeasse a Segunda Guerra Mundial. Um mal menor teria impedido um mal maior. Se é legítimo pensar que aqueles dois homens deveriam ter disparado sobre o Führer para evitar a morte de milhões, até que ponto podemos decidir quem merece viver ou morrer? Tomás Nevinson, marido de Berta Isla, cai na tentação de regressar aos Serviços Secretos após uma temporada de ausência. Estamos no ano de 1997. Tomás é incumbido de se deslocar a uma cidade no Noroeste de Espanha para identificar uma pessoa que dez anos antes participara em atentados do IRA e da ETA. A missão é-lhe atribuída pelo seu ex-chefe, Bertram Tupra, figura ambígua que já anteriormente lhe atrapalhara a vida. Ambos são «anjos desagradáveis», que devem velar pela tranquilidade dos demais. Feito espião que sonda a verdade, Javier Marías constrói uma intriga inquietante, uma reflexão profunda acerca do alcance e das consequências das nossas acções. Quão longe podemos ir para evitar o triunfo do mal? E, num mundo de claro-escuro, como podemos estar certos do que é o mal? Tomás Nevinson é o retrato do que acontece a alguém a quem já tudo aconteceu, o retrato de um homem que tenta intervir na História e acaba desterrado do mundo. Os elogios da crítica: «Tomás Nevinson será talvez o melhor romance que Javier Marías já publicou.»José-Carlos Mainer, El País «Um novo romance de Javier Marías é sempre um acontecimento. E este romance, provavelmente o melhor de todos os que publicou até hoje, não constitui exceção.(...) Calibrando cada frase com a precisão de um joalheiro, ao mesmo tempo que mantém a tensão narrativa num jogo de harmónicas não isento de mordacidade e humor.»Eduardo Pitta, Sábado «Sempre que leio Javier Marías, tenho a impressão de estar a ouvir uma sinfonia.»Julia Navarro, Hoy por Hoy «Uma história poderosa, com uma pulsação fortíssima. [...] Um assombroso retrato da realidade. [...] Um romance impressionante.»Antonio Lucas, El Mundo «Um romance com todos os elementos que distinguem o seu autor - intriga, mistério, humor, acção, reflexão - e ainda algo que se celebra página após página: o prazer de contar uma história [...]. Quem me dera estar na pele de alguém que ainda não leu o mais recente romance de Javier Marías. À sua espera, terá um pequeno festim.»José Carlos Llop, The Objective «Não é demais repetir: trata-se de um romance colossal.»Guillermo Rodríguez, El HuffPost «Tomás Nevinson é a prova acabada da elegância e da qualidade literária do autor. [...] É o romance definitivo de Marías.»Karina Sainz Borgo, Vozpópuli «Aqui está um Javier Marías em reflexão: irónico, cómico, rigoroso, [...] romântico e pessimista sem espalhafato. [...] Espero que gostem deste romance tanto quanto eu.»Manuel Rodríguez Rivero, Babelia «Um prodígio de pensamento romanesco. [...] Comicidade e seriedade formam uma trama perfeita, graças à prosa em contínua tensão detectivesca, por vezes abrandando e ombreando com Macbeth, Yeats ou T. S. Eliot.»César Pérez Gracia, Heraldo de Aragón

Shuggie Bain

By Douglas Stuart. 2021

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General fiction, Serious and literary fiction
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Romance de estreia do autor escocês Douglas Stuart, Shuggie Bain foi o grande vencedor do Man Booker Prize, um dos…

mais reputados prémios literários internacionais. Uma história comovente sobre o heroísmo e os limites do amor. Livro do Ano nos British Book Awards * Finalista do National Book Award Finalista do Orwell Prize * Finalista do Pen Hemingway Award * Finalista do Kirkus Prize 1981, Glasgow. A outrora próspera cidade mineira sufoca sob o jugo férreo das políticas de Margaret Thatcher, lançando milhares de famílias para a miséria. A epidemia do álcool e das drogas aproveita para capturar os mais vulneráveis. Agnes Bain esperava mais da vida. Sonha com uma casa só sua e folheia catálogos de compras a crédito, na vã tentativade alegrar a existência precária a que fica condenada quando o marido, um taxista mulherengo, a abandona, sem emprego e com três filhos. Com cabelos negros sedosos e ondulados, maquilhagem esmerada e dentes falsos perfeitos, parece a Elizabeth Taylor de Glasgow, mas, por baixo da aparência orgulhosa, as malhas do vício enredam Agnes, que mês após mês gasta o abono de família em latas de cerveja e maços de tabaco. Os filhos fazem o melhor que podem para cuidar de si e da mãe, mas, um a um, vêem-se obrigados a abandonar a casa materna, para tentar pelo menos salvar-se. Fica Shuggie, o mais novo, que adora a mãe e não perde a esperança de a salvar. Mas, aos oito anos, o rapaz tem a sua própria luta pessoal para travar: delicado, sensível, comporta-se como um príncipe e destoa da dureza da escola e das ruas devassadas pela pobreza. Anseia apenas ser normal e encaixar, mas é o último a perceber que carrega um segredo e nunca poderá ser igual aos outros. Com ecos deautores como Frank McCourt, D. H. Lawrence e James Joyce, Shuggie Bain é um magnífico romance de estreia de um autor que tem uma história importante para contar, inspirada na sua própria. Uma história dilacerante de dependência, carência e afecto, um retrato épico de uma cidade, um quadro íntimo de uma família destroçada e, sobretudo, uma extraordinária história de amor. Os elogios da crítica: «É um livro desafiante, íntimo, envolvente, corajoso. Acredito que todos os que o lerem nunca mais se sentirão da mesma forma.» Margaret Busby, presidente do Júri do Booker Prize «Deixa-nos destroçados e a pensar: a vida pode ser curta, mas demora uma eternidade.» Leah Hager Cohen, The New York Times «Um romance de estreia que é uma obra-prima.» Bethanne Patrick, The Washington Post «Um romance que disseca o coração humano… com cenas realistas de amor, perda, sobrevivência e tristeza.» Scott Simon, NPR «Douglas Stuart escreveu um primeiro romance de uma beleza rara e duradoura.» Alex Preston, The Guardian «Shuggie Bain é um romance que quer chegar ao coração e consegue. Uma excelente estreia.» John Self, The Times «O talento de Stuart é tal, que a sua história - dolorosa, por vezes lancinante - consegue, muitas vezes, ser bela.» Barbara Lane, San Francisco Chronicle «A qualidade evocativa do livro nasce da capacidade do autor para criar um lugar, um tempo e a textura da emoção. Este é um livro duro, triste, mas brilhantemente escrito, que compensa o sofrimento que a sua leitura implica.» Katherine A. Powers, Newsday «Um clássico instantâneo. Faz pensar em D. H. Lawrence, James Joyce… Um feito literário.» Washington Independent Review of Books «A verdade emocional contida neste livro vai partir-lhe o coração. Nunca esquecerá Shuggie Bain. Cena após cena,

O ar que me falta

By Luiz Schwarcz. 2021

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General fiction, Serious and literary fiction
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Um testemunho sensível e comovente sobre família, culpa e depressão. Luiz Schwarcz é um dos mais influentes editores do Brasil…

e deu a conhecer ao país algumas das mais relevantes vozes da literatura brasileira, na Companhia das Letras, editora por si fundada há mais de trinta anos. Dentro de si, porém, apesar do sucesso, carrega o peso de uma história, longínqua no tempo mas ainda dolorosa. Esta é a história de uma família que abandonou tudo para fugir ao terror imposto na Europa pelo nacional-socialismo: o pai de Luiz, húngaro, conseguiu escapar, sozinho, de um comboio a caminho do campo de concentração de Bergen-Belsen, deixando para trás Láios, o pai, no vagão que acabou por o conduzir à morte; a mãe de Luiz, croata, teve de decorar aos três anos um nome falso para embarcar com a família num périplo que os levou primeiro a Itália e depois ao outro lado do Atlântico. Os destinos dos dois, André e Mirta, cruzaram-se no Brasil, com as lembranças dolorosas do passado trágico a ensombrarem as promessas de uma nova vida. Filho único, Luiz, ainda jovem, entendeu ser sua a missão de expurgar as culpas que o pai carregava por não ter podido evitar o fim trágico do próprio pai, avô do autor. Como se não fosse peso suficiente para os ombros de um jovem rapaz, via-se também como responsável por manter estável o casamento dos pais, união cheia de silêncio, dor e incompatibilidade. Assumir esse papel acabou por ser a fonte das angústias que o acompanharam ao longo de toda a infância, adolescência e vida adulta. Ao recuperar com franqueza estas memórias, Luiz Schwarcz constrói um sensível e delicado relato de como a depressão e os traumas podem tirar o fôlego a qualquer um

Os beijos

By Manuel Vilas. 2021

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Do autor dos aclamados romances Em tudo havia beleza e E, de repente, a alegria, um livro que é uma…

ode ao poder salvífico do amor O novo romance de um dos mais entusiasmantes escritores europeus é uma ode ao amor sem idade e um exercício de equilíbrio entre erotismo e ternura. Março de 2020. Um professor reformado abandona Madrid, cumprindo ordens médicas, e instala-se sozinho numa casa na floresta, nas proximidades de uma pequena povoação. Aí conhece uma mulher hipnotizante, quinze anos mais nova. Ele chama-se Salvador, ela chama-se Montserrat: entre os dois germina uma inesperada relação de confiança, alimentada por uma cadeia de revelações surpreendentes. Os encontros que se sucedem, cada vez mais frequentes, são como um bálsamo redentor. Salvador deixa-se encantar e dá outro nome a Montserrat, inspirado pelo livro que tem à cabeceira: ela é então Altisidora, como a personagem de Dom Quixote. Apaixonam-se perdidamente e vão construindo uma relação madura, mesmo se assombrada pela realidade de corpos que já perderam a juventude, pelas memórias de um passado que teima em reaparecer e pela estranheza de se encontrarem numa era que apanhou a Humanidade de surpresa. Os beijos é uma narrativa de amor romântico e idealizado, mas também de pele e amor carnal. No turbilhão de uma crise universal, um homem e uma mulher procuram regressar ao lugar primordial do erotismo, e o fio que vai conduzindo o leitor é o da descoberta do sentido mais profundo da vida.

As partículas elementares

By Michel Houellebecq. 1998

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General fiction, Serious and literary fiction
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Fenómeno literário sem precedentes, As partículas elementares foi o romance que catapultou Michel Houellebecq para a fama à escala planetária.…

INTERNATIONAL DUBLIN LITERARY AWARD PRIX NOVEMBRE MELHOR LIVRO DO ANO - LIRE Bruno e Michel são meios-irmãos. Foram abandonados pela mãe, que cristalizou nos anos sessenta, num mundo saturado de drogas e de amor livre. Bruno, o mais velho, é professor de Literatura, consumidor de pornografia, misógino, racista e promíscuo. Michel, biólogo e investigador, leva uma existência monástica, renunciou ao sexo e vive imerso na solidão do seu trabalho. A cada um deles é oferecida uma derradeira oportunidade de amor verdadeiro. A trama que se desenrola, contudo, é cáustica e imprevisível, ilustrando genialmente a crise afectiva e sexual da sociedade ocidental. Um romance desconcertante e demolidor, que mergulha de cabeça na realidade de uma geração derrotada e descreve a doença da vida contemporânea. Os elogios da crítica: «Uma obra de arte singular - irónica, inteligente, e tão perfeita e elegante como um exercício de geometria. […] Este romance deixou rasto assim que apareceu, reputado como um sucesso escandaloso e o maior fenómeno literário em França desde Camus.» The New York Times «Com este livro, o autor semeia o terror entre os bem-pensantes. O escândalo e o sucesso transformam-se na sua marca distintiva. A partir daqui, Houellebecq alcançou definitivamente a fama.»Le Figaro «Destemido, intenso e causticamente honesto… Divertido e capaz de transformar o modo como interpretamos aquilo que acontece na nossa própria vida. Não há muitos romances capazes disto.»Los Angeles Times «As partículas elementares é um genial romance filosófico, hipnotizante, da autoria de um escritor engenhoso e com notável capacidade de observação.»The Wall Street Journal «As personagens de As partículas elementares fazem parte de uma utopia distópica em que a pulsão sexual é tão questionada quanto procurada. Antevê-se uma nova sociedade, alheada do desejo, da culpa e dos laços que nos ligam à humanidade. É uma homenagem ao ser humano dos nossos dias, enquanto indivíduo que deseja, devido à capacidade de se sonhar a si mesmo como um ser diferente.» Marina Perezagua «ouellebecq antecipou a chegada da desumanização. Percebeu que o clima de liberdade em que vivemos não passa de mais uma exortação.» Yasmina Reza «O que me impede de ler os livros de Houellebecq […] é uma espécie de inveja. Não porque inveje o seu sucesso, mas porque ler esses livros […] obrigar-me-ia a contemplar quão excelsa pode ser uma obra e quão inferior é o meu trabalho.» Karl Ove Knausgård «Se há alguém hoje, na literatura mundial, que reflecte sobre a enorme transformação que está em curso sem que tenhamos recursos para a analisar, então é Houellebecq.» Emmanuel Carrère «Houellebecq continua a ser um dos pouquíssimos representantes daquilo a que outrora chamávamos literatura.»La Vanguardia «Michel Houellebecq pode bem ser o romancista mais interessante dos nossos tempos.»Evening Standard «Um autor de génio.» El Mundo

O Retrato de Dorian Gray

By Oscar Wilde. 2022

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Classic fiction, Serious and literary fiction
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Considerado um dos 100 romances mais influentes de sempre, O retrato de Dorian Gray do irlandês Oscar Wilde chocou a…

sociedade britânica da altura, gira em torno de um homem que abdica da sua alma a troco de juventude e beleza eternas. «A única maneira de nos vermos livres de uma tentação é ceder.» Na Inglaterra vitoriana, o famoso artista Basil Hallard pinta o retrato de Dorian Gray, homem jovem, de uma beleza inspiradora. Imerso num ambiente hedonista que cultiva o prazer, o belo e ajuventude como valores absolutos, e atormentado pela ideia de decadência física que inevitavelmente chegará, Dorian Gray deseja que aquele retrato envelheça no seu lugar. Para tal, está disposto a abdicar até da sua alma. Publicado inicialmente em 1890, O Retrato de Dorian Gray, foi recebido com escândalo, classificado como imoral e censurado. Mais tarde, Oscar Wilde dará ao prelo uma nova versão do influente romance filosófico como hoje o conhecemos, defendendo o seu trabalho num prefácio histórico, que constitui, ele próprio, um manifesto literário e artístico em defesa da arte e dos direitos de quem a cria. Uma obra virtuosa de um dos autores mais emblemáticos da literatura moderna.

O livro dos homens sem luz

By João Tordo. 2011

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General fiction, Serious and literary fiction
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Nova edição do romance de estreia de um dos mais entusiasmantes escritores portugueses da actualidade. Uma história de solidão e…

mistério ambientada em Londres. O cenário é uma Londres vibrante, cidade de todas as possibilidades, e onde é, contudo, fácil afundarmo-nos na solidão, no descaminho, no escuro. Aí se entretecem histórias enigmáticas, a espaços claustrofóbicas, de gente cheia de segredos: um desconhecido com quem o protagonista mantém conversas telefónicas; um casal que fica soterrado numa casa destruída durante o blitz; um estudante que sofre de insónias e mergulha num mundo bizarro, sentindo-se ameaçado pelo vizinho do quarto contíguo; um médico que constrói uma máquina de tortura. O livro dos homens sem luz revisita os clássicos da literatura de mistério e evidencia ecos de Franz Kafka, Paul Auster ou Edgar Allan Poe, com personagens densas, enredos intrincados e desenlaces inesperados. Neste que foi o seu romance de estreia, João Tordo revelava já o fulgor e a solidez que haveriam de o confirmar como um dos mais relevantes escritores do presente. Os elogios da crítica: «João Tordo tem uma capacidade enorme de efabulação, que não se encontra facilmente.»José Saramago «O romance de estreia de João Tordo parece um livro de mistério, mas é um enunciado pungente sobre a solidão humana.» Andréia Azevedo Soares, Público (sobre O livro dos homens sem luz) «Conseguindo tecer, com destreza e imaginação, uma trama que não se esgota no exercício literário, O livro dos homens sem luz […] é uma excelente surpresa.»Ana Cristina Leonardo, Expresso (sobre O livro dos homens sem luz) «Um romance surpreendente e arrebatador. […] Em nenhum momento o autor perde o domínio da prosa, a precisão das palavras, a parcimónia dos adjectivos, origor da descrição, a invenção surpreendente de situações no limite do verosímil e do suportável […]. Este livro faz-nos bem.» António-Pedro Vasconcelos, Jornal de Letras (sobre O livro dos homens sem luz) «Um romance que se abre em escuridão e labareda, para que nos vejamos ao espelho.» José Tolentino Mendonça (sobre O luto de Elias Gro) «Uma escrita vibrante, capaz de momentos de grande intensidade expressiva ou de inesperado lirismo.» José Mário Silva, Expresso (sobre O luto de Elias Gro) «João Tordo cria dois palcos contíguos, que equilibra entre o atrevimento cruel que o realismo comanda e o clima introspectivo que dele resulta, conjugados com particular desenvoltura e absoluta eficácia.» Lídia Jorge (sobre O deslumbre de Cecilia Fluss) «Um romance poderoso, inquietante e profundamente lírico.» Helena Vasconcelos, Público (sobre Ensina-me a voar sobre os telhados)

As três vidas

By João Tordo. 2012

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Romance vencedor do Prémio Literário José Saramago 2009 Finalista do Prémio Portugal Telecom 2011 História de amor, saga familiar, mistério…

policial, retrato de um mundo que ameaça resvalar da corda bamba, Três Vidas é um dos mais marcantes romances de João Tordo, tendo-lhe valido o Prémio Literário José Saramago. António Augusto Millhouse Pascal vive longe do mundo, num velho casarão alentejano, com os três netos pouco dados a regras e um jardineiro taciturno. O isolamento é quebrado pelas visitas de clientes abastados que procuram a ajuda do velho patriarca, em tempos um importante espião e contra-espião, testemunha activa das grandes guerras do século XX. O nosso narrador - um lisboeta de origens modestas - entra na história quando Millhouse Pascal o contrata como arquivista dos segredos que envolvem os seus clientes. Não poderia apinhar o rapaz, ao aceitar o trabalho, que este acabaria por consumir a sua própria vida. A partir do momento em que se apaixona por Camila, neta do patrão com sonhos de ser funambulista, desaparecida após uma viagem a Nova Iorque, o destino do narrador enreda-se irreversivelmente nos mistérios da família, partindo a sua existência em três. Os elogios da crítica: «João Tordo tem uma capacidade enorme de efabulação que não se encontra facilmente.» — José Saramago «Temos escritor.» — Pilar del Río «O Prémio José Saramago merece este criador. E João Tordo faz jus pleno a um prémio que leva a notável chancela Saramago.» — Nelida Piñon «Há neste volume toda a capacidade que existe no melhor de José Saramago, ao surpreender no desenrolar da tela onde pinta os seus romances com soluções inimagináveis. (...) O novo romance do século XXI em Portugal.» — João Céu e Silva, Diário de Notícias«Um grande romancista que nos redime do horror, como os grandes mestres, pela força misteriosa da escrita.» — António-Pedro Vasconcelos, Sol «Confirma-se: João Tordo tem um universo singular, fôlego de romancista e imaginação que baste.» — Ana Cristina Leonardo, Expresso

Águas passadas

By João Tordo. 2021

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O que os olhos não vêem, o coração não sente. Duas mortes macabras estão no centro do novo policial de…

João Tordo, um mistério de tirar o fôlego. Durante treze dias de Janeiro de 2019, a chuva cai sem misericórdia sobre Lisboa. É quando aparece a primeira vítima, na praia de Assentiz: uma jovem de quinze anos trazida pela maré. O seu corpo apresenta marcas de sofisticada malvadez. A primeira agente no local é Pilar Benamor, uma subcomissária da PSP cuja coragem e empenho em descobrir a verdade ocultam segredos dolorosos. A jovem vítima é Charlie, filha de um empresário inglês, mas logo a vítima de um segundo crime brutal - um rapaz de dezassete anos - aparece na floresta de Monsanto, em condições macabras. Estas duas mortes prematuras e violentas abrem caminho a uma investigação que irá descarnar a alta sociedade portuguesa e o submundo do crime. Ao longo desse inclemente mês de Inverno, Pilar desbrava caminho na investigação, contra tudo e todos e com a ajuda de Cícero, um misterioso eremita. Desobedecendo a ordens superiores e colocando a própria vida em risco, vai penetrar no mundo escuro e tenebroso de um psicopata, enquanto luta com os fantasmas que há muito carrega: um pai polícia que morreu em serviço, um vício que a consome e a vulnerabilidade num mundo dominado por homens. Depois da estreia no género com A noite em que o Verão acabou, João Tordo regressa com um policial de ritmo imparável e delicada sensibilidade, que vai ao âmago dos nossos piores medos. «Ninguém estava à espera desta reviravolta numa carreira premiada por registos que pouco têm que ver com o policial, designadamente com o Prémio José Saramago, em 2009, mas o resultado surpreende. Afinal, poucos autores portugueses têm unhas para o thriller, e Tordo sai vencedor da experiência. Esta mudança de registo é um crime que compensa e que também deixa o leitor seduzido por uma narrativa que não imita os thrillers tradicionais, antes cozinha a sua grande capacidade de descrição de cenários e de personagens com um mistério que empurra o leitor até ao fim das 667 páginas.» João Céu e Silva, Diário de Notícias

Plataforma

By Michel Houellebecq. 2001

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General fiction, Serious and literary fiction
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O romance que abalou França pela visão provocadora do cinismo e do desamor a que chegou a sociedade ocidental. Plano…

Nacional de Leitura Literatura - Maiores de 18 anosMichel é um funcionário público parisiense, solteiro, quarentão, cínico e apático. A morte do pai converte-o, do dia para a noite, em herdeiro de uma fortuna que lhe permitirá viver comodamente sem precisar de trabalhar. Decide então partir de férias para a Tailândia, empenhado em esquecer tudo e mergulhar numa miríade de prazeres exóticos. No oásis mundial do turismo sexual, conhece Valérie, quadro de uma agência de viagens. É uma mulher capaz de sentir prazer, não tem pudor de viver os seus desejos, e Michel vive com ela uma relação de imprevista intensidade. Regressado a Paris, decide criar com Valérie uma rede mundial de colónias de férias em que o sexo livre seja o lema, e o corpo a moeda de troca. O sucesso é imediato. Mas a tragédia está a um passo de distância. Neste seu terceiro romance, Michel Houellebecq, autor incontornável das letras francesas, faz uma reflexão implacável sobre a hipocrisia e a pretensa superioridade da civilização ocidental, com os seus seres desencantados e perversos. Um livro tão amargo quanto pertido, que releva o lugar do escritor francês como um dos mais lúcidos pensadores do nosso tempo. Os elogios da crítica: «Na medida em que o romance previu os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, e os ataques terroristas a turistas em Bali, o aviso de Houellebecq é tão poderoso quanto o seu cinismo. (…) São textos como este que fazem de Houellebecq tema de conversa, agente provocador e messias selvagem.»Janet Maslin, The New York Times«Plataforma é o romance para ler se quiser compreender a França que não se resume à elite liberal, cujas frustrações e preconceitos a extrema-direita pôde explorar.»Salman Rushdie, The Guardian «Houellebecq antecipou a chegada da desumanização. Percebeu que o clima de liberdade em que vivemos não passa de mais uma exortação.» Yasmina Reza «Houellebecq tem a capacidade de transformar lugares-comuns em perfeitas comédias.» Sunday Telegraph «Houellebecq continua a ser um valor seguro, porventura um dos pouquíssimos representantes daquilo a que outrora chamávamos literatura.» La Vanguardia «Michel Houellebecq pode bem ser o romancista mais interessante dos nossos tempos.» Evening Standard «O que me impede de ler os livros de Houellebecq e ver os filmes de Lars Von Trier é uma espécie de inveja. Não porque inveje o seu sucesso, mas porque ler esses livros ou ver esses filmes obrigar-me-ia a contemplar o quão excelsa pode ser uma obra e o quão inferior é o meu trabalho.» Kark Ove Knausgård «Houellebecq conseguiu mais uma vez. Tem um olfacto indiscutível para captar aquilo a que os alemães chamam o zeitgeist: o espírito dos tempos.»El País «Houellebecq é um autor de génio.» El Mundo «Está entre os melhores romancistas contemporâneos e é um dos poucos que arrisca perscrutar com previsão cirúrgica o desaire global em que estamos imersos.»Io Donna «Entre, caro leitor, na escuridão da terra de amanhã e empreenda a viagem rumo ao fim da noite.» Der Spiegel

O avesso da pele

By Jeferson Tenório. 2020

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Serious and literary fiction
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Um poderoso romance sobre identidade, raça e família. Uma obra contundente de uma impressionante nova voz da literatura brasileira. "É…

necessário preservar o avesso, você me disse. Preservar aquilo que ninguém vê. Porque não demora muito e a cor da pele atravessa nosso corpo e determina nosso modo de estar no mundo." Agora que o pai morreu, inesperada e precocemente, Pedro tem pouco mais a que se agarrar senão aos ensinamentos e às memórias deixadas pelo pai, professor de Literatura na rede de ensino público. E homem negro, num país que julga os homens e as mulheres pela cor da pele. Esvaziado pela ausência, Pedro retraça os passos de Henrique nas ruas, procura vestígios seus nos pertences deixados no apartamento. Reduzido por vontade da mãe a uma relação intermitente com o pai, resta a Pedro a possibilidade de reconstruir ou imaginar o passado de Henrique - enquanto homem,enquanto pai - para, pelo caminho, procurar o entendimento de si próprio. Nesta rota íntima de Pedro, Jeferson Tenório faz uma delicada investigação das relações entre pais e filhos, ao mesmo tempo que esboça um retrato poderoso de um país sulcado pela segregação e pela pobreza, em que muitos não podem mostrar - por vezes, nem sentir - o seu avesso, esse espaço onde "entre músculos, órgãos e veias existe um lugar só seu, isolado e único". Com uma sensibilidade invulgar para lidar com os matizes das relações e uma inquietante habilidade para expor a questão racial sem ser didático ou panfletário, Jeferson Tenório afirma-se neste romance como uma das vozes mais potentes e corajosas da literatura brasileira contemporânea. Os elogios da crítica: «É o olhar incisivo com que Jeferson Tenório descreve as várias matizes das relações humanas, sobretudo da relação entre pais e filhos, que tornam O avesso da pele um romance tão extraordinário. O focoda obra não deixa de ser o racismo e o preconceito da sociedade brasileira do sul, que o autor retratou por meio de exemplos concretos e, por isso, mais impactantes, mas é a forma como Tenório mostra o impacto que estes têm não só nas vítimas, mas naqueles que as rodeiam, que o eleva a outro patamar. O livro analisa com grande profundidade, beleza e delicadeza um tema que é muito mais complexo do que pode parecer, lembrando que, embora pese a urgência de mudar uma sociedade onde tanta coisa permanece errada, não basta curar as feridas superficiais. É preciso também curar as que estão do lado de dentro, escondidas sob a pele.»Rita Cipriano, Observador «Não é de graça que Tenório é tão bem acolhido pelo público e pela crítica. Ele não faz turismo, safári social, na desgraça geral do país, não faz da crítica à desigualdade um truque, um atalho apelativo e barato, panfletário, para ter mais aceitação, reconhecimento. Estamos diante de um escritor que, correndo todos os riscos, sabe arquitetar uma boa trama e encantar o leitor. Eu agradeço, a literatura brasileira agradece.»Paulo Scott «Através de um profundo mergulho em seus personagens, O avesso da pele consegue abordar as questões centrais da sociedade brasileira.»Geovani Martins «Uma obra necessária, contundente, que nos humaniza ao mesmo tempo em que nos tira qualquer inocência diante da máquina racista que não para de destruir vidas das mais diversas formas.»Miguel Sanches Neto, Jornal de Letras «O autor mescla o desabafo de quem enfrenta o preconceito a uma investigação corajosa da figura paterna. (…) Uma voz talentosa e urgente da nova ficção brasileira.»Raquel Carneiro, Veja «Sucinta saga familiar negra contemporânea, O avesso da pele constrói um aguçado e potente relato sobre relacionamentos, paternidade e a existência numa sociedade forjada pelo racismo.»Sérgio Luz, Globo «Se a morte é íntima demais p

Quarentena - Uma história de amor

By José Gardeazabal. 2021

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Serious and literary fiction
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«UMA DAS GRANDES VOZES DA LITERATURA PORTUGUESA.» José Riço Direitinho, Público «Quarentena. Uma história de Amor sintetiza tudo o que…

o leitor tem vindo a viver desde o primeiro confinamento, e estamos seguros - pela sua qualidade literária e originalidade estrutural, e também, pelo testemunho que as páginas sumariam, cristalizará este tempo estranho transfigurado na memória estética da Literatura. Doravante, escrever-se-á muito sobre este livro.»Miguel Real, Jornal de Letras Um olhar provocador sobre uma experiência coletiva. Uma introspeção inesperada, à porta fechada, sobre o que é o amor, onde começa, acaba e recomeça. Uma história de amor em 40 dias. Um casal, decidido a separar-se e de malas feitas, é obrigado pelas autoridades de saúde a uma quarentena. O seu apartamento transforma-se numa arena de proximidade física e distâncias calculadas, onde os restos da vida amorosa e o trautear televisivo de uma pandemia mudam o mundo por dentro e por fora. Ali, sob o regime forçado de uma intimidade perdida, percebemos como, entre antigos amantes, vizinhos e desconhecidos, a saudade das multidões e dos sentimentos sempre estiveram à altura de nos resgatar do peso do presente. «Mariana diz que quer construir um muro aqui. Preparamo-nos para habitar uma cidade de desconhecidos, não era o que eu desejava nesta geografia. A nossa casa deforma-se entre ruínas. Já fomos tão parecidos que podíamos ser invisíveis. Já fomos diferentes, eu via Mariana no escuro. Éramos os dois uma cor, não me lembro da cor, éramos duas cores. Não me lembro das duas cores. Fomos as duas metades do melhor de dois mundos. Depois conto-vos. - Nós os dois. Qual é a primeira coisa de que te lembras? - Não quero lembrar-me da primeira coisa de que me lembro. Mas foi bom. … Aviso: fiquem em casa e respeitem a distância social. Famílias, sejam sociais, salvem o mundo. Pratiquem o exercício da distância. Mariana e eu já fomos orgulhosamente nós, orgulhosamente sós, éramos um povo a dois, humilde e lutador, um povo capaz de atos íntimos grandiosos. Um povo frágil, discreto e seguro, feito da mesma fibra dos médicos e dos enfermeiros, dos professores e dos funcionários dos supermercados, feito da fibra de pais e padeiros, psicólogos até. O único fim digno para um grande amor é um acidente.» Os elogios da crítica: Sobre A melhor máquina viva Um dos melhores livros de 2020 Jornal Expresso e Público «Uma alegoria inteligente sobre o capitalismo, a pobreza, a literatura e a vida. Se necessário fosse, o segundo romance de José Gardeazabal vem confirmá-lo como uma das grandes vozes da literatura portuguesa.» José Riço Direitinho, Público (5 estrelas) «(...) mereceria integrar as antologias dos melhores textos da literatura portuguesa de todos os tempos.»Miguel Real, Jornal de Letras Sobre Meio Homem Metade Baleia - Livro finalista do Prémio Oceanos 2019 «A ironia em José Gardeazabal não é subtil, antes evidente, exagerada, declarada como recurso feroz de procura de sentidos, com vontade de baralhar, e de em extremo ser capaz de alterar fronteiras entre utopia e distopia.» José Riço Direitinho, Público «Toda a filosofia, sociologia e ideologia pós-moderna vazada num único romance, e vazada ao nível da excelência, seja enquanto estilo (...), seja enquanto léxico (...), seja enquanto sintaxe (...), num género híbrido, inclassificável à luz da teoria clássica da literatura.» Miguel Real, Jornal de Letras Sobre a obra de José Gardeazabal:

Deus Pátria Família

By Hugo Gonçalves. 2021

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General fiction, Serious and literary fiction
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Combinando um mistério policial com uma saga familiar, Deus Pátria Família oferece uma inquietante visão alternativa da nossa História. «Às…

vezes, fazer a coisa certa obriga-nos a sentir a coisa errada.» Lisboa, 1940 Uma mulher é encontrada morta no santuário do Cabo Espichel, envolta num manto branco, com um rosário entre os dedos. Os peregrinos confundem-na com uma aparição de Nossa Senhora. Os detetives encarregados do caso não vão em delírios, mas também não imaginam que aquele é apenas o primeiro homicídio. Vivem-se tempos estranhos: os tanques alemães avançam Europa fora e a bandeira nazi é içada na torre Eiffel. A Lisboa chegam milhares de estrangeiros e refugiados judeus, que escolhem a capital portuguesa como abrigo temporário ou porta de saída para uma vida sem medo. As vítimas vão-se sucedendo: todos os meses, aparece mais uma mulher morta, numa sucessão de crimes de matizes religiosos. A Polícia de Investigação Criminal entrega o caso a Luís Paixão Leal, ex-pugilista de memória prodigiosa, com um olho de vidro e um passado misterioso em Nova Iorque. O detetive, que vê na justiça uma missão de vida, empenha-se em descobrir o culpado. Até que, numa manhã de domingo, tudo muda: um golpe violento afasta Salazar do poder e sacode o xadrez político do país. Portugal abandona a neutralidade na guerra e alinha-se com as forças do Eixo. Nas ruas da capital, começa o cerco aos refugiados judeus e ecoam as tenebrosas memórias das perseguições da Inquisição. Com a reviravolta política, Paixão Leal vê-se no centro de uma conspiração ao mais alto nível. O detetive, que vive com uma judia alemã e os seus dois filhos, sente a ameaça a bater-lhe à porta. Num mundo à beira do colapso, terá um preço a pagar caso insista em desvendar a verdade. Dos loucos anos 1920 nos Estados Unidos à convulsa década de 1940 em Portugal, chega-nos uma versão alternativa do nosso passado, com ecos no presente, porque basta uma única reviravolta para mudar o rumo de um país e assombrar milhares de vidas. Entrelaçando um mistério policial com uma saga familiar, Deus Pátria Família é um romance magnético do autor finalista dos Prémios PEN Clube e Fernando Namora. Sobre Filho da Mãe: «Não há muitos livros assim nas letras portuguesas, que não escondem os seus propósitos nem temem a sua exposição.(...)Narrativa que cativa, enérgica, intensa, sempre em movimento entre o passado e o agora; e que nunca se lamenta, mesmo nas passagens mais duras e íntimas.»Visão «Um livro perturbador, que fica colado à pele do leitor, escrito sem concessões.»Fernando Alves, TSF «Uma obra-prima. Escrito como um rio de palavras justas e com um tom encantatório. Faz-me bem à alma perceber que ainda há quem escreva assim.» António Pedro Vasconcelos «A viagem íntima de um escritor interrogando-se a si próprio e tentando perceber de que modo a orfandade fez dele quem é.»Carlos Vaz Marques, TSF «Este devia ser um livro universal. É um livro singular sobre uma mulher que só revive porque o filho se tornou escritor.»Vítor Matos, Expresso «Como disse essa sábia e genial escultora da palavra que é Agustina Bessa-Luís, "livros bons são os que incomodam". Este incomodou-me muito. E essa é mais uma das razões porque gosto tanto dele, a ponto de ainda não o ter largado. Desconfio, aliás, que nunca mais o largo.»João Gobern «Uma obra pessoalíssima, na primeira pessoa até ao tutano, é um livro em que me revi ao virar de muitas páginas - revi experiências e silêncios, a dor da perda e o mistério da memória, revi o tempo e o país em que cresci (...) Filho da mãe é sobre fuga e reencontro, memória e autoconhecimento.» Filipe Santos Costa, Expresso «

A segunda vida de Olive Kitteridge

By Elizabeth Strout. 2017

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General fiction, Serious and literary fiction
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UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO Time * Vogue * The Washington Post * Chicago Tribune * Vanity Fair *…

Esquire * The Guardian * Evening Standard * Kirkus Reviews * Publishers Weekly * BookPage Elizabeth Strout dá continuidade à vida de Olive Kitteridge, uma personagem inesquecível, que arrebatou a imaginação de milhões de leitores e mereceu um Prémio Pulitzer. «Olive via que a sua vida - a sua vida, que conceito tolo e palerma -, que a sua vida era diferente, podia eventualmente ser muito diferente ou não ser nada diferente, e ambas as ideias eram inenarravelmente insuportáveis.» Que é feito de Olive Kitteridge? Quando soubemos dela pela última vez, acabara de perder o companheiro de toda a vida e tentava encontrar um sentido para os seus dias. O tempo passa, mas Olive não muda e decidiu que ainda não é tempo de desistir da vida. Rude, inconveniente e teimosa, na mesma medida em que é honesta e generosa, Olive Kitteridge continua a observar a pequena cidade de Crosby com a sua peculiar combinação de empatia e reserva, mesmo quando ajuda uma mulher a dar à luz num momento absurdamente inoportuno ou consola uma rapariga que tenta aceitar a morte do pai. Olive sabe que os outros podem ser um espelho de nós. E ganha finalmente coragem para olhar para dentro com a franqueza desarmante que dedica aos demais. Porque já é tarde para corrigir os erros do passado e a vida não pode esperar, decide agarrar a oportunidade de recomeçar ao lado de Jack Kennison, professor universitário, reformado e viúvo como ela. Ambos suportam a solidão das noites demasiado longas e sentem a falta dos filhos que nãosouberam manter perto de si. Juntos, tentam agarrar o futuro que sabem ser demasiado breve. Neste novo livro, a inesquecível Olive continua a surpreender-nos com as suas tiradas, a comover-nos com a sua humanidade e a inspirar-nos a aceitar o mistério e o tumulto da vida, vincando o seu lugar como uma personagem literária mais real que a própria vida. Um romance magistral e comovente sobre a solidão, o amor, a perda e os recomeços, e sobre a esperança que resiste em tudo isto. Os elogios da crítica: «Strout levou-me a adorar uma mulher que eu não conhecia, de quem nada sabia. É uma escritora magnífica.»Zadie Smith, The Guardian «Olive é uma criação brilhante… A vida, em todo o seu caos e complexidade, está derramada nas páginas deste romance comovente. A autora pode não ter respostas para o mistério da vida, mas também não tem medo dele.»The Wall Street Journal «Há muito que admiro a obra de Elizabeth Strout, mas este livro transcende os anteriores e triunfa, pela forma como nos conforta com as suas histórias de dor, dignidade, inteligência e coragem.»The Washington Post «Este romance regressa a Olive Kitteridge e à cidade de Crosby para fazer o que Strout melhor sabe fazer: encontrar sentido nos detalhes mais pequenos e mundanos da vida quotidiana.»Vox «Strout criou uma daquelas personagens raríssimas, tão vivas e divertidas que parecem ter vida própria, independentemente da história em que se inserem.»The Guardian «Tão maravilhoso quanto o primeiro… Recorda-nos que a empatia, condição básica para o amor, ajuda a tornar a vida menos infeliz.»National Public Radio «Uma escritora incrível, que se dedica às subtilezas das relações humanas.»Observer «Tenho uma missão: convencer milhares de leitores a render-se, como eu, à obra de Elizabeth Strout.»Pablo Giordano «O mais precioso de Eliz

Os Maias

By José Maria Eça de Queirós. 2017

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Classic fiction, Serious and literary fiction
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NOS PENGUIN CLÁSSICOS, UMA OBRA-PRIMA DA LITERATURA PORTUGUESA. OS MAIAS É UM ROMANCE INEXCEDÍVEL QUE FAZ O RETRATO VIVO DE…

UMA SOCIEDADE EM DECLÍNIO, OBSERVADA PELO OLHO CLÍNICO DE EÇA DE QUEIRÓS. COM PREFÁCIO DE CARLOS REIS. . «Qual clássicos! O primeiro dever do homem é viver. E para isso é necessário ser são, e ser forte. A alma vem depois... A alma é outro luxo.» Em Lisboa, no tumultuoso final do século XIX, as vidas de Carlos da Maia, jovem médico com consultório acabado de abrir, e da misteriosa Maria Eduarda, de passagem pela capital, cruzam-se num jantar. A paixão entre ambos, mote de toda a narrativa, é inevitável e consome as várias personagens envolvidas numa voragem funesta de hipocrisia e arrogância cujo desfecho se revelará fatal. Os Maias - Episódios da Vida Romântica, obra-prima incontestável da literatura portuguesa, é o retrato vivo de uma sociedade em declínio, culturalmente diletante e politicamente decadente, observada pelo olho clínico de Eça de Queirós, que a descreve com implacável e refinada ironia e apurado sentido crítico. Um romance inexcedível.

A Metamorfose

By Franz Kafka. 2021

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Classic fiction, Serious and literary fiction
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UM DOS LIVROS MAIS ENIGMÁTICOS DA HISTÓRIA DA LITERATURA, A METAMORFOSE, DE FRANZ KAFKA, NOS PENGUIN CLÁSSICOS. COM PREFÁCIO DE…

GONÇALO VILAS-BOAS. «Uma manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa deu por si transformado num bicharoco monstruoso.» A história absurda e desconcertante de um homem banal que acorda um dia metamorfoseado num animal grotesco e que tenta, como pode, adaptar-se à sua nova realidade, é um texto transformador para quem o lê. A magistral sobriedade e precisão das palavras de Franz Kafka abrem as portas a uma multiplicidade de leituras, da política à psicanalítica, e provocam no leitor uma inigualável, quase violenta, sensação de desespero. Trazendo o pesadelo para a vigília, o humor para a tragédia, a razão para o absurdo, Kafka expõe, através de uma obra metafórica, um complexo sistema opressivo de alienação e desilusão perante o futuro incerto. Nesse processo, coloca o ser humano em confronto com o que de mais visceral existe dentro de si. A metamorfose permanece, desde o ano da sua publicação, em 1915, um dos livros mais enigmáticos da história da literatura, e, por isso mesmo, um dos mais lidos, estudados e discutidos de sempre.

Não mais amores

By Javier Marías. 2012

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Serious and literary fiction, Short stories
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Todos os contos de Javier Marías reunidos pela primeira vez num só volume. Uma irresistível porta de entrada na obra…

de um dos mais aclamados autores espanhóis do presente. «Nada é nunca certo, mas, dado o pouco que frequentei a nobre arte do conto nos últimos tempos, é possível que já não escreva mais nenhum e que o que aqui se oferece acabe por ser a totalidade aceite e aceitável da minha contribuição para o género. Tenho poucas dúvidas de que, a ser assim, o dito género não perderá grande coisa.» Javier Marías Excelente porta de entrada no universo Marías, Não mais amores reúne todos os contos do autor, não apenas os que entraram em anteriores antologias como muitos outros nunca antes reunidos em livro. E é um universo esplêndido o que encontramos, pleno de mistérios e volte-faces, de sombras e matizes, convidando a várias leituras. Nestas páginas encontramos um tradutor metido em sarilhos durante a rodagem de um filme com Elvis Presley no México; uma mulher que lê para um fantasma; um médico que visita mulheres presas a casamentos infelizes; um guarda-costas que testemunha a preparação de um homicídio; uma aspirante a actriz de filmes pornográficos à espera de conhecer o seu companheiro no filme; um homem e uma mulher assassinados por uma lança africana; um mordomo fechado num elevador em Nova Iorque; um casal de mafiosos caído em desgraça; um assassino por encomenda que tenta dissuadir aqueles que o querem contratar; um escritor viciado em medicamentos que põe de lado a medicação para investigar o efeito da dor na existência. O mundo dos contos de Javier Marías é tão inquietante e sedutor que é difícil não mergulhar nele, encantados, enfeitiçados, mesmo sem saber se seremos capazes de sair. Os elogios da crítica: «Umdos melhores livros do ano.»La Vanguardia «Nestes contos podemos saborear, como num elixir concentrado, aquilo que constitui o poder de sedução único da prosa de Javier Marías.»Jean-Pierre Ressot, La Quinzaine Littéraire «Inteligente e inquietante... Um fascinante mosaico de personagens e histórias.»The Times «O que mais se destaca nestes contos é a firmeza da sua narração, a precisão e a economia da sua prosa, a mestria do suspense e das reviravoltas no enredo. É disto que se fala quando se fala do ofício de um escritor.»Sara Miller, The Chicago Tribune «Marías possui uma invulgar capacidade para enfeitiçar a imaginação dos seus leitores. É mais do que um mero escritor de contos: é um manipulador da alma, capaz de levar os seus leitores a novos estados de percepção. Um feito assinalável para qualquer escritor.»New York Journal of Books «A Marías, os contos assentam-lhe que nem uma luva. Esta faceta do seu talento exibe o velho e curioso parentesco entre o humor negro espanhol e a ironia cáustica anglo-saxónica.»Philippe Nourry, Le Point «São histórias suficientemente inteligentes para parecerem simples, e suficientemente diabólicas para parecerem inócuas.»Jerome Boyd Maunsell, The Times «Mundano, elegante, desenvolto, o livro revela um mundo inquietante de inveja, luxúria e traição por trás de incidentes aparentemente inócuos.»John Spurling, Sunday Times «Inteligente e inquietante... Um fascinante mosaico de personagens e histórias.»The Times «Javier Marías pode bem ser o melhor romancista à face da Terra. Está destinado a ganhar o Prémio Nobel de Literatura em alguma altura.»Benjamin Eastham, The Spectator «Uma excelente oportunidade para revisitar o conjunto da sua obra, apesar de no prólogo comentar que talvez não volte ao género. Àqueles que gostam dos seus contos, resta-nos e

O país dos outros

By Leila Slimani. 2020

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General fiction, Serious and literary fiction
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O novo romance de Leïla Slimani, autora vencedora do PRÉMIO GONCOURT Da aclamada autora franco-marroquina, uma atmosférica e inquietante saga…

familiar que põe em relevo uma mulher enredada entre duas culturas, dividida entre a dedicação à família e o amor à liberdade com que cresceu. GRAND PRIX DE L'HÉROÏNE MADAME FIGARO Os elogios da crítica: «O mundo deste romance - Marrocos depois da Segunda Guerra Mundial, e a luta pela libertação do colonialismo francês - está magistralmente criado. A vida pessoal, a vida social, a vida de todos os dias saltam da página, plenos de vivacidade, e sentimos as dores da família apanhada no meio do conflito da História. Um romance excepcional e poderoso, de uma escritora justamente aclamada.»Salman Rushdie «Um verdadeiro triunfo.»Le Monde «Muito inspirado. Um grande fresco que mistura tragédias íntimas e convulsões históricas. Slimani não para de nos surpreender.»France Info «Um romance fascinante e muitas vezes comovente, uma combinação de ficção e memórias, que mostra uma mulher a lutar pela sua independência.»Elle «O grande romance da descolonização que esperávamos ler. Sensual, fascinante e violento.»Les Inrockuptibles «Avassalador.»Le Point «Uma maravilhosa saga.»L'Obs «Quem melhor do que Slimani para escrever um grande romance contemporâneo sobre (…) os horrores da colonização e as dores da descolonização?»Vanity Fair «Um romance magnífico.» La Presse «Um retrato magnífico de uma mulher. Soberbo.» Atlantico

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